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Qual a diferença entre tomada de 10 e 20 amperes?

Muitas pessoas possuem essa mesma dúvida que é saber o que difere as tomadas de 10 ampères para as tomadas de 20 ampères. A diferença está na sua potência, ambas possuem o mesmo padrão de pinos, já que todos os novos aparelhos estão sendo fabricados com esse padrão. O que difere além da potência, é o diâmetro das entradas que são diferentes. Para esclarecer todas as suas duvidas sobre esses assuntos apresentamos um super artigo para não deixar mais dúvidas sobre tomada de 10 ampères e 20 ampères.

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Quando comprar um aparelho novo é preciso consultar o manual para verificar qual a amperagem necessária para o funcionamento daquele aparelho. Normalmente as pessoas se esquecem de verificar os aparelhos que funcionam tanto com 10 ampères e 20 ampères em que chave o aparelho está para que ele possa ser conectado à tomada correta, evitando que o aparelho queime ou que ocorra sobrecarga no sistema elétrico da sua residência.

Tomada de 10 ampères

Até 1000w a indicação para tomadas de uso normal residencial é para 10 ampères. Nela você poderá conectar a maioria dos plugues com 2 ou 3 pinos finos.

As tomadas de 10 ampères possuem modelos mais simples e podem ser utilizados na maioria dos equipamentos. As tomadas simples, ou seja, de 10 ampères servem para conectar televisores, rádios e outros equipamentos eletrônicos que são frequentemente encontrados na sala e nos quartos.

Tomada de 20 ampères

Já as tomadas de 20 ampères possuem uma carga mais reforçada, ideais para equipamentos que exijam uma capacidade maior. Normalmente esses equipamentos ficam localizados na cozinha e na área de serviço, em casos de equipamentos como escovas e pranchas profissionais precisam de uma tomada exclusiva no banheiro ou no quarto.

Se for acima de 1000w a indicação para tomadas é para 20 ampères. Nela você poderá conectar aparelhos que possuam plugues mais grossos de 2 ou 3 pinos, como por exemplo:

  • Aparelhos de ar condicionado;
  • Secadores de cabelo profissional (tem grande potência);
  • Secadores de roupas;
  • Microondas;
  • Aspiradores de pó;
  • Fogões elétricos;
  • Estufas;
  • Autoclaves (aparelho utilizado para esterilização de metais para uso cirúrgico e uso médico, como dentistas);

 

Observações importantes:

 

Os aparelhos que possuem os plugues mais finos também podem ser plugados em tomadas que sejam de 20 ampères, mas não esqueça que o espaço entre o plugue e a tomada ficará um pouco mais folgado.

 

Já os aparelhos que possuem os plugues mais grossos só podem ser conectados em tomadas de 20 ampères, para não haver riscos de curto-circuito em toda a instalação elétrica, por aquela tomada não estar preparada para a quantidade de ampères.

 

Se você possui apenas tomada de única amperagem em sua residência ou escritório e seus equipamentos não são compatíveis, saiba que o uso de adaptadores não é recomendado. Os adaptadores de tomadas de 20A não são homologados, ou seja, podem causar aquecimentos na rede. Por isso, se você está com problemas de amperagem é recomendado substituir os plugues e as tomadas em vez de optar por meios duvidosos.

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Eletrofita – O que é, onde é usada, porque escolher, manutenção, dicas, passo a passo

Considerada um dos “milagres modernos” da construção civil, a eletrofita é a solução perfeita na hora em que um conduíte é esquecido para que se possa passar um fio e se equaciona chamar um pedreiro para quebrar a parede.

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Condutor elétrico por excelência, a eletrofita pode ser literalmente colada sobre a parede, eliminando assim a necessidade de perfuração para que os eletrodutos possam ser instalados. Assim, a eletrofita é um método seguro, simples e eficaz de proceder a alterações em instalações já existentes com o objetivo de substituir a infra-estrutura necessária à mesma.

Porquê escolher a eletrofita?

Mudar de opinião quanto à decoração e disposição de objetos e eletrodomésticos em residências e edifícios comerciais e corporativos é comum e, com isso, transformar esses espaços implica quase sempre a mudança da disposição de pontos de iluminação e tomadas para instalação de determinados aparelhos. Nessa lógica, a modificação da alvenaria passaria, numa primeira abordagem, pela instalação de eletrodutos como filtro de linha ou réguas de tomada; no entanto, ambas as soluções se apresentam inviáveis se se considerar o quesito de segurança.

Posto isto, a eletrofita é capaz de solucionar este desafio de forma satisfatória, provando ser eficaz e apresentando uma excelente relação custo-benefício. Com relação a este último ponto, basta pensar que em circunstâncias tidas como “emergenciais” em que há a exigência de mudanças na estrutura civil, o somatório de cabos, eletrodutos, cimento e mão-de-obra especializada superam em muito o custo da eletrofita, que se apresenta como um recurso economicamente mais viável e acessível.

Manutenção da eletrofita: conheça os cuidados essenciais

Com relação à sua manutenção e conservação por um período de tempo mais duradouro, a eletrofita demanda alguns cuidados por parte dos seus utilizadores, a saber:

  • Evitar amassar a eletrofita, de modo a preservar o seu bom estado de conservação e prolongar o seu período útil de vida;
  • Ao armazená-la, dar preferência a locais secos e frescos (ventilados);
  • Armazenar a eletrofita em rolos cujo diâmetro interno mínimo seja de 30 centímetros, a fim de evitar a sua deformação;

Além disso, a superfície em que a eletrofita é utilizada também exige alguns cuidados particulares:

  • Superfícies ásperas: é altamente recomendável fazer uso de uma lixa fina previamente, de modo a que caroços e pontas possam ser removidos;
  • Superfícies porosas (nomeadamente cerâmicas, massa corrida): é necessário passar uma demão de verniz impermeabilizante ou tinta, de modo a formar uma base;
  • Superfícies lisas: antes da aplicação da eletrofita, as superfícies lisas devem se encontrar secas, livres de sujeira (óleo, graxa, poeira, entre outras) e seladas;
  • Superfícies úmidas cuja tinta esteja descascando: neste caso, é fundamental que os reparos necessários sejam realizados e, mediante a superfície se encontrar devidamente preparada, aí sim se aplicar a eletrofita.
  • Superfícies rugosas (blocos, tijolos, chapiscos, entre outras): passar uma espátula para a remoção das pontas mais salientes e, em seguida, massa acrílica no trajeto em simultâneo com a eletrofita sobre a massa mole. Quando estiver seca, a eletrofita estará fixa e será possível o acabamento desejado (argamassa, textura, etc).

 

 

 

 

 

 

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Fita isolante elétrica – Do que é feita, qual a utilidade, como usar, cuidados, dicas

Prática e muito útil, a fita isolante elétrica é um produto de uso comum que, além da tradicional utilização para proteção de fios de eletricidade, admite muitas outras funções em várias situações distintas. Confira abaixo mais informações e dicas sobre como usar a fita isolante elétrica!
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De que é feita a fita isolante elétrica?

 

A fita isolante elétrica é produzida com base em materiais não-condutores da eletricidade e, por esse motivo, tem uma elevada utilidade no que respeita ao isolamento de fios elétricos e não-elétricos, servindo também para segurar cabos de iluminação. Com respeito aos seus elementos constituintes, a fita isolante elétrica é geralmente feita de plástico, sendo que o vinil é o material mais freqüentemente escolhido por conta da sua propriedade elástica e elevada durabilidade.

 

Para que serve a fita isolante elétrica?

 

Devido às suas propriedades, a fita isolante elétrica admite múltiplas finalidades, sendo por isso usada não só por eletricistas mas também por profissionais de outras áreas, nomeadamente músicos e atletas.

 

Com relação ao seu uso nas instalações elétricas, a fita isolante é normalmente preta por conta da sua resistência ultravioleta; no entanto, os profissionais da área da eletricidade recorrem a fitas isolantes de cores distintas para diferenciarem os níveis de tensão e fases de cada fio. Em comum, as fitas isolantes têm o fato de serem produzidas com vista à proteção contra incêndios em caso de superaquecimento e, por essa razão, são recursos seguros para utilizar quando os fios elétricos se encontram expostos sem o respectivo invólucro de proteção.

 

Como usar?

 

A aplicação da fita isolante elétrica é fácil, rápida e econômica, no entanto só deve ser realizada em instalações elétricas por profissionais com experiência nessa atividade. Por norma, a fita é colocada nos fios que se encontram expostos, sendo envolvida em torno do fio por meio de uma ligeira pressão para que se mantenha no arame – isto é, com o objetivo de manter os fios isolados e seguros ao toque, além de garantir a impermeabilidade da superfície.

 

É importante que a fita seja protegida com algum tipo de revestimento para que não haja lugar à formação de umidade, no entanto é necessária alguma precaução para que não fique muito apertada (sob pena de estiramento excessivo e desprendimento). Com relação à sua remoção, a fita isolante elétrica pode ser facilmente retirada sem que sejam deixados resíduos de cola adesiva sobre a fiação.

 

Cuidados a ter com a fita isolante elétrica

 

Independente dos rigorosos testes de qualidade a que são submetidas durante o seu processo de fabricação, as fitas isolantes elétricas não garantem, por si só, a segurança do seu utilizador na hora de serem usadas sobre fiações elétricas.

Nesse sentido, é necessário observar alguns cuidados para evitar acidentes e preservar a integridade física do seu utilizador:

  • Evitar ligações improvisadas (“gambiarras”);
  • Manter os fios longe do contato com água ou qualquer solução aquosa;
  • Não realizar amarração da fiação sobre partes metálicas ou ferragens;
  • Evitar, tanto quanto seja possível, deixar a fiação elétrica bagunçada pelo chão sem qualquer tipo de proteção.

 

 

 

 

 

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Motor Trifásico – O que é, Partidas indiretas x partidas diretas, dicas, passo a passo

Amplamente utilizados em todos os setores de atividade, os motores elétricos possuem diversas utilidades práticas. Uma dessas tipologias, o motor trifásico, possui uma forma de ligação versátil, podendo sua atividade ser iniciada por meio de partidas diretas ou indiretas.

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Com relação a esta última modalidade, destacamos aqui as partidas indiretas como método preferencial para iniciar a atividade de um motor elétrico. Saiba o que são e porque apresentam uma vantagem competitiva na sua utilização!

Partidas Indiretas de Motor Trifásico: o que são?

Por partidas indiretas de motores trifásico entendem-se as formas através das quais é realizada uma partida do motor elétrico para recolher uma “corrente partida” e que interferem de forma direta no dimensionamento dos dispositivos elétricos responsáveis pela partida desse mesmo motor.

Motor Trifásico: Partidas Indiretas x Partidas Diretas

 

Questionando a razão pela qual se aplicam as partidas indiretas de motores trifásico, é necessário começar por explicar que, relativamente à partida direta neste tipo de motores, um dos seus principais malefícios reside no elevado valor da corrente elétrica no ato da ignição (partida), que o obriga a vencer a inércia para deixar o estado de repouso e que gera uma necessidade de cabos e componentes robustos na sua instalação. Esse fator se apresenta como desfavorável porque, além do elevado custo de implantação, há logicamente lugar a um custo muito significativo – e até excessivo! – no que respeita ao consumo da energia elétrica usada pelo motor no dia a dia.

Posto isto, a redução dos custos acima citado passa pela diminuição do nível da corrente elétrica, pelo que a solução é investir nas partidas indiretas de motores trifásico para efetivar essa redução com a garantia de segurança e eficácia – e, claro, preservando a integridade do motor!

As 04 formas de realizar uma partida indireta

Com vista à diminuição do nível da corrente elétrica de um motor elétrico trifásico, podem ser utilizadas quatro formas principais para realizar uma partida indireta. São elas:

  • Soft Starter;
  • Aceleração Rotórica (motor com rotor bobinado);
  • Estrela Triângulo;
  • Partida Compensadora.

Motores elétricos trifásicos: saiba mais

Os motores elétricos trifásicos são máquinas que, a partir da energia da eletricidade, são capazes de produzir energia mecânica. Estes motores se alimentam através de redes trifásicas e possuem diversas formas de ligações e tipos, pelo que a sua versatilidade de utilização é um dos pontos de destaque em termos das vantagens que apresenta.

No que respeita à sua aplicação, os motores elétricos trifásicos são especialmente usados no setor industrial, e essa escolha se deve ao fato de apresentarem o melhor custo-benefício comparativamente aos demais motores existentes no mercado (tendo em conta, obviamente, as aplicações em que existe compatibilidade). Vale ressaltar que a escolha de um motor elétrico deve ser adequada à sua finalidade e que a sua instalação deve ser sempre realizada por profissionais credenciados para o efeito, uma vez que o manuseamento de diferentes tensões (cargas) de energia elétrica implicam riscos para a integridade física de quem as manipula e para o espaço no qual ocorre essa mesma instalação.