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O que é chave de fim de curso

 

Você que é um profissional da elétrica com certeza já deve ter si deparado com algum projeto que especifica a necessidade de ter um interruptor no final da linha de processo que pudesse enviar um pulso, mas qual mecanismo seria proveniente para tal finalidade, bom de tanto pesquisar com outros eletricistas a maioria me indicou a chave de fim de curso.
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Bom, comecei a pesquisar sobre este utensilio na internet e vi que não havia muitas coisas sobre ele, por isso resolvi fazer este artigo falando mais sobre este modelo de chave e sobre a minha experiência.

Então vamos começar a chave de fim de curso também é conhecido em alguns lugares como microswitch, ele é um interruptor muito famoso no mundo dos comandos elétricos, isso porque ele possui uma infinidade de aplicação, modelos, estilos e capacidades que fazem com que seus projetos cheguem a perfeição, independentemente se a aplicação for pesada ou não.

Características das chaves de fim de curso

As chaves de fim de curso consistem basicamente de um comutador elétrico onde ele faz uma mínima força mecânica atuada em sua haste pode atuar no circuito empregado, estes utensílios possuem uma vida muito longa, isto é em uma aplicação leve ela chega em média  a 1 milhão de ciclos, já em um comando mais pesado, ela pode chegar a 10 milhões de ciclo a vida útil desse equipamento.

Esses equipamentos geralmente possuem  um contato fechado, mas que também existem os abertos, mas elas tem como semelhança possuir apenas um contato, lembre-se de não se levar pelas aparências, como diz o ditado “tamanho não é documento”, esta filosofia se enquadra certinho para a chave de fim de curso, isto porque ela suporta correntes de alta grandeza, o que por exemplo possibilita o acionamento de motores.

Aplicações das chaves de fim de curso

No caso da mecatrônica essas chaves de fim de curso possuem inúmeras aplicações, isto vai depende da criatividade do instalador, ela pode ser utilizada de todos os jeitos para que o circuito seja acionado, isso se deve a possibilidade de customização da haste de acionamento da chave.

Vamos supor que a sua chave de fim de curso está distante do ponto de acionamento, assim você necessita que o produto acione a microswitch, mas a sua haste de acionamento é muito curta, deste modo é possível que você prolongue a sua haste de um modo que transita pelo circuito até que chegue a chave de fim de curso e a acione.

O custo de duma chave dessas é barata e são bem versáteis, tendo assim um custo beneficio perfeito para o seu projeto.

Confira a baixo algumas aplicações do circuito eletrônico deste equipamento:

  • Inversão de Polaridade
  • Circuito de Tempo
  • Mudança de Estados ou Funções
  • Acionamento Biestável

Modelos de chaves fim de curso

As chaves de fim de curso é composta por 3 elementos: Designer da caixa, contatos e atuadores. Deste modo é preciso sempre levar em conta algumas coisas, como por exemplo, o espaço disponível para instalar uma, o grau de proteção que você necessita e etc.

Esta etapa é muito importante, isto por que se você escolher o errado seu projeto pode não funcionar adequadamente.

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Comandos eletricos – aprenda todos os dispositivos

Esquemas de comandos eletricos: partida direta e indireta

Como vamos tratar principalmente do modulo de força nesse artigo, onde os motores elétricos são representados, temos que falar também os devidos dispositivos de proteção. Esses dispositivos, sendo alguns deles listados abaixo, devem ser ligados em série com cada fase do motor, de modo a proporcionar condições mais seguras de operação.
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  1. Relé térmico

É um dispositivo sensível ao aumento de temperatura, construído com lâminas bimetálicas que se formam e abrem o circuito caso a fase do motor se aqueça excessivamente. Tem a vantagem que sempre pode ser reutilizado.

  1. Fusível

Consiste num metal com temperatura de fusão conhecida, com encapsulado por uma redoma de vidro ou material plástico isolante. Ao sofrer aquecimento suficiente, esse metal derrete, interrompendo a passagem de corrente elétrica e protegendo a fase do motor.

  1. Partida direta: conceitos básicos

Sabemos que ao ligar o motor que estava inicialmente parado ocorre um pico de corrente de 6 a 10 vezes maior que a corrente de trabalho do motor em funcionamento. Essa energia é necessária para que desative o modo inércia inicial do motor, e se normalizar quando ele é acelerado ate sua velocidade de operação. Essa parida elétrica é simplesmente ligar as bobinas do motor na fonte de corrente elétrica.

  • Vantagens e desvantagens da partida direta

A partida direta necessita de uma quantidade reduzida de componentes. Mas é necessário o superdimensionamento dos dispositivos para resistir à corrente inicial, portanto acaba desgastando muito o motor.

  1. Partida indireta: conceitos básicos

A partida indireta busca reduzir o pico inicial de corrente. Consiste em ligar o motor de modo a passar menos corrente no inicio, mesmo o motor acabando de sair da inércia. Logo após muda a ligação das bobinas com comandos elétricos, para que a corrente total atravesse o motor e ele desenvolva a rotação normal.

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Conversor – 220V para 127V – dicas, passo a passo

Conversor de 220V em 127V

No Brasil ao mudarmos de cidade, estado ou ate mesmo de residências dentro da mesma cidade, podemos nos deparar com um problema muito ruim, a tensão da casa.

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Isso ocorre porque no Brasil existe dois tipos de voltagem, 127V e 220V, ambas na frequência de 60hz. Esse fato incomoda todo mundo que tem aparelhos com apenas uma tensão fixa.

Para que você não precise sair por ai comprando transformadores para a casa toda, vamos lhe ensinar a verificar a possibilidade de transformar sua tomada 220v em 127v.

Por que no Brasil existem lugares com 127V e outros com 220V?

No século 20 a energia elétrica estava chegando ao Brasil, e com ela vieram varias concessionarias de energia do mundo inteiro, e ficaram sediadas em algumas partes do pais.

A tensão na época ficou por conta das concessionarias decidirem qual seriam as tensões e qual que teria o custo beneficia para a instalação. Elas observaram quantidade por metro quadrado de futuros moradores, quando era o budget reservado para instalação e quais materiais seriam necessários (cabos, transformadores, etc.).

As primeiras concessionarias do nordeste optaram por 220v com neutro. Já  a de São Paulo e do Rio de janeiro optou por 127v.

Hoje ainda tem ambas as tensões, não podemos afirmar se algum dia ira padronizar essas tensões, mas o custo de uma única tensão 127v ou 220v é muito caro.

Como converter uma tomada de 220v para 127v

Bom, antes de qualquer coisa certifique-se de que seu sistema de distribuição possibilita transformar 220v em 127v sem o uso de transformadores.

O primeiro passo é simples, basta descobrir qual a tensão de sua região. Assim sabendo qual sua tensão podemos tirar duas situações:

1° minha cidade está com tensão de operação entre fase – neutra 220V

A opção viável de rebaixamento de tensão seja com a utilização do transformador. Se for optar por utilizar o transformador lembre-se, o mesmo deve estar dimensionado de acordo com a potencia do seu equipamento e lembrando que o mesmo sofre perda de transformação que dependendo da característica de fabricação ira aumentar o consumo de energia e consequentemente o consumo.

2° minha cidade está com tensão de operação entre fase – neutro 127v ao testar a tomada foi medido 220v

Bom, aqui podemos mexer em nossas tomadas, o primeiro passo verificar qual o tipo de unidade consumidora, para residências existem 3, Monofásica, Bifásica e trifásica. Se encontra na fatura de energia, ou no quadro de medição. Se a ligação for Monofásica ela se encontra no 1° problema caso for Bi ou Trifásica podemos alterar a ligação entre as fases.

  • Verifique com o multímetro quem são as fases e quem é o neutro: para essa verificação basta você testar no modo tensão alterada entre dois cabos e com isso você devera encontrar um cabo comum que qualquer um dos outros dois valores será 127v.
  • Neutro identificado: após identificar leve o neutro ate as tomadas que deseja converter a tensão.
  • Alterando tomadas: com o cabo no ponto em que deseja fazer a conversão, desligue a rede de energia para que possa mexer no circuito sem risco, e então os banners da tomada você devera ligar uma fase e o neutro que acabo de levar, feche a tomada e ligue a energia.
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Fibra óptica – Sua aplicação e seus tipos

A fibra óptica é uma espécie de seguimento de fio extremamente fino e maleável, feita de um vidro do tipo ótico que funciona de forma de forma eletricamente isolante.

Sua função primordial nos sistemas eletrônicos, informática e de telecomunicação é transmitir conteúdo digital através de sinais em forma de luz por longas distâncias numa velocidade incrível.

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Composição da fibra óptica

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A fibra óptica é composta por um núcleo finíssima feito de vidro em fibra pelo qual a luz passa sem nenhum possibilidade de interferência. Envolvendo o núcleo vem uma interface, material do tipo ótico que espelha a luz para o núcleo e por fim vem a capa parte final da composição que geralmente possui uma estrutura plástica para proteger a interface e núcleo de possíveis interferências.

Tipos de Fibras

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Quantos aos tipos de fibra, existem dois mais utilizados, que possuem usos diferentes e especificações diferentes como você pode acompanhar abaixo:

Fibras monomodo

A transmissão da luz do tipo infravermelha passa pelas fibras monomodo, através de apenas um modo, como a figura acima mostra e como o próprio nome sugere. Esse tipo de fibra permite transmissões de sinais para maiores distâncias visto que o prolongamento da dispersão do laser é maior, é uma fibra que custa mais pois se mostra mais eficiente em termos de velocidade em relação as fibras multimodo.

Fibras multimodo

As fibras multimodo também transmitem luz infravermelha, porém sua composição utiliza as propriedades dos LEDS, diodos emissores de luz. Seus núcleos maiores permitem passar mais de um sinal como mostra a figura acima. Essas fibras são largamente utilizadas em redes de curto alcance comos as redes locais de empresas e estabelecimentos pequenos como Call Centers.

Outras aplicações para a fibra de óptica

No geral, as fibras ópticas são largamentes utilizadas mais nas aplicações que envolvem a telecomunicação, sobretudo com grande impacto no desenvolvimento da Internet e Televisão, porém ela também é muito utilizada em procedimentos na medicina, como a laparoscopias e outros que são feitos por médicos especialistas em oftalmologia.

Principais Vantagens

A principais vantagens na utilização são em termos de velocidade e segurança, sendo que cada vez ela se sobressai aos fios de cobre, sendo ela um ideal recurso para encurtar distâncias e facilitar os processos da telecomunicação, sofrendo menos ou quase nenhum interferência do tipo eletromagnética por causa de sua propriedade isolante, ter menos perda total de sinal durante transmissões e ser composta de um material, o vidro, mas fácil de se obter na natureza facilitando assim as condições de comercialização para os vendedores, fornecedores e também usuários finais dos meios de telecomunicação e informática.

 

Sem a utilização dessa ferramente revolucionário não teríamos todo esse avanço em termos de velocidade de acesso e streaming de vídeo, sinal e transmissão de dados, assim devemos muito a essa tecnologia que ainda está para se desenvolver mais ainda numa era onde se promete conectar a internet a tudo (Internet de Tudo e Internet das Coisas) além de oferecer maior abrangência com a realidade virtual e conteúdos de alta resolução.