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Como montar um quadro de comando eletrico – parte 2

A montagem de um comando eletrico não é uma tarefa tão fácil como parece, isso porque ela exige o máximo de atenção do eletricista, até nos mínimos detalhes ele tem que ficar atento. Esta atenção é necessária, pois o painel de comando ira trabalhar sozinho ou de forma manual continua, e assim deve-se prestar atenção não somente na funcionalidade do que foi programado, mas também no designe e segurança.
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Por causa disto desenvolvemos este artigo, nele você verá alguns detalhes que fazem total diferença na hora de realizar a montagem de um painel de comando, e assim ficar tranquilo em relação ao seu trabalho feito.

Aqui neste poste separamos dicas sobre os padrões, algumas das melhores praticam e algumas dicas que vai lhe ajudar a montar um painel de comando.

Componentes do painel de comando

De um modo amplo sobre o assunto, os painéis de comando elétrico possuem alguns componentes que estarão presentes em todos os painéis e alguns deles são mais específicos. De um modo geral, um painel elétrico contem:

  • Condutores
  • Reles
  • Alarmes
  • Sinaleiros
  • Bornes
  • Chave comutadora
  • Soft starter

Diferença entre montagens de painéis de comando eletrico

Ao parar para analisar a montagem de um painel de comando vamos ter uma divisão entre os painéis de comando de alta potência e painéis de controle eletrônico, cada um deve seguir uma linha de raciocínio e de projeto especifico, isto é:

Se formos analisar um painel de comando para um motor de potência maior que 7hp, nos iremos ter que elaborar um painel com um soft starter adequado ou então sistema entre triangulo, realizando assim a logica por contadores e relés.

Ela é a mais utilizada em uma boa maioria da parte das aplicações são a chave soft starter, ela possibilita que você faça um aumento gradual na velocidade do motor, além disso, ela lhe oferece maior numero de dados e protege mais seu motor, isso por que ela não sofre tantos golpes bruscos.

Para tais situações, a opção do uso de um CLP, essa aplicação de componente num painel de comando requer bastante atenção, isto por que, mesmo que um CLP possa funcionar em uma função reversa, ele precisa de muita atenção em sua instalação.

Como pode ser fixado o CLP?

A Distribuição da Aparelhagem em automatismo de pequenas complexidades opta-se normalmente pela distribuição da aparelhagem, na base de fixação de platina, de acordo coma origem dos aparelhos no circuito de potencia.

As canaletas são as responsáveis pelo acionamento dos condutores do painel, incorporando estética e até mesmo facilitando a manutenção e limpeza do painel.

Os quadros têm como finalidade proteger os quadros elétricos e também evita que ocorra acidentes, como choques elétricos ou outro dano aos componentes e condutores.

Existem variados tipos de painéis e quadros elétricos, cada um serve para uma determinada aplicação.

Os terminais são indispensáveis em circuitos de comandos, por aumentar a estética do painel, e principalmente a resistência mecânica dos condutores nos contatos fixos dos componentes, evitando assim o mau contato e consequentemente o aquecimento.

Para que evite problemas, os terminais devem ser escolhidos corretamente de acordo com a utilização e devem estar crimpados corretamente com os equipamentos apropriados.

São conhecidos também como PG, as prensas são essenciais para a proteção interna de um painel, tanto comandado por proteção, potencial, etc. Este também ajuda a prevalecer à estética do painel.

Saiba mais sobre os comandos eletricos clicando aqui.

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O que é chave de fim de curso

 

Você que é um profissional da elétrica com certeza já deve ter si deparado com algum projeto que especifica a necessidade de ter um interruptor no final da linha de processo que pudesse enviar um pulso, mas qual mecanismo seria proveniente para tal finalidade, bom de tanto pesquisar com outros eletricistas a maioria me indicou a chave de fim de curso.
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Bom, comecei a pesquisar sobre este utensilio na internet e vi que não havia muitas coisas sobre ele, por isso resolvi fazer este artigo falando mais sobre este modelo de chave e sobre a minha experiência.

Então vamos começar a chave de fim de curso também é conhecido em alguns lugares como microswitch, ele é um interruptor muito famoso no mundo dos comandos elétricos, isso porque ele possui uma infinidade de aplicação, modelos, estilos e capacidades que fazem com que seus projetos cheguem a perfeição, independentemente se a aplicação for pesada ou não.

Características das chaves de fim de curso

As chaves de fim de curso consistem basicamente de um comutador elétrico onde ele faz uma mínima força mecânica atuada em sua haste pode atuar no circuito empregado, estes utensílios possuem uma vida muito longa, isto é em uma aplicação leve ela chega em média  a 1 milhão de ciclos, já em um comando mais pesado, ela pode chegar a 10 milhões de ciclo a vida útil desse equipamento.

Esses equipamentos geralmente possuem  um contato fechado, mas que também existem os abertos, mas elas tem como semelhança possuir apenas um contato, lembre-se de não se levar pelas aparências, como diz o ditado “tamanho não é documento”, esta filosofia se enquadra certinho para a chave de fim de curso, isto porque ela suporta correntes de alta grandeza, o que por exemplo possibilita o acionamento de motores.

Aplicações das chaves de fim de curso

No caso da mecatrônica essas chaves de fim de curso possuem inúmeras aplicações, isto vai depende da criatividade do instalador, ela pode ser utilizada de todos os jeitos para que o circuito seja acionado, isso se deve a possibilidade de customização da haste de acionamento da chave.

Vamos supor que a sua chave de fim de curso está distante do ponto de acionamento, assim você necessita que o produto acione a microswitch, mas a sua haste de acionamento é muito curta, deste modo é possível que você prolongue a sua haste de um modo que transita pelo circuito até que chegue a chave de fim de curso e a acione.

O custo de duma chave dessas é barata e são bem versáteis, tendo assim um custo beneficio perfeito para o seu projeto.

Confira a baixo algumas aplicações do circuito eletrônico deste equipamento:

  • Inversão de Polaridade
  • Circuito de Tempo
  • Mudança de Estados ou Funções
  • Acionamento Biestável

Modelos de chaves fim de curso

As chaves de fim de curso é composta por 3 elementos: Designer da caixa, contatos e atuadores. Deste modo é preciso sempre levar em conta algumas coisas, como por exemplo, o espaço disponível para instalar uma, o grau de proteção que você necessita e etc.

Esta etapa é muito importante, isto por que se você escolher o errado seu projeto pode não funcionar adequadamente.

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Transformadores de Distribuição

Os transformadores de distribuição podem ser classificados como monofásico e também trifásico, sendo que o monofásico possui um Sistema Delta e o trifásico o Sistema Estrela.
O Sistema Delta (Triângulo) quando contem apenas um transformador é chamado de LUZ e atende somente a cargas mono e bifásicas.
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Quando é necessário acionar uma carga trifásica, é preciso acionar mais um transformador trifásico, e assim passa-lo para Delta Aberto, assim gerando uma 4° fase assim fazendo com  a que a fase e o neutro variasse de 175 a 220 V, dependendo muito da tensão no primário, e TAP de ligação dos transformadores de distribuição. Este sistema atende a uma carga trifásica de até 5 CV, caso necessite passar disso, é preciso que ative um outro transformados, formando assim um banco com 3 transformadores, chamado assim de Delta Fechado e assim podendo chegar a atender motores de até 20 CV ou então 69 KW.

A seguir veja a explicação detalhada de cada uma delas:

Transformador Sistema Delta: É composta por duas buchas primarias na parte superior, chamadas de H1 (lado esquerdo) e H2 (lado direito), na H1 é ligada à fase da concessionaria e H2 deve ser aterrada, para que assim haja diferença de potencia a fim de gerar um campo eletromagnético e assim alimentar a bobina do secundário, abaixando ou então elevando a tensão elétrica, conforme especificada no equipamento.

O grupo H dos transformadores de distribuição significa que ele pode ser alimentado em uma tensão de 3,8 KV ou então 13,8 KV, de acordo com a tensão que a concessionaria distribui.

Para que seja possível definir em qual tensão o transformador vai trabalhar, repare nele, e perceba que haverá duas tampas circulares na parte superior, assim elas deveram ser abertas e alterando o TAP de trabalho, os modelos mais novos trabalham por chaves seletoras, e assim os modelos mais antigos por plaquetas de bronze que deve ser mudança de posição, mas é preciso ter muito cuidado para que não caia dentro d óleo isolante, que se localiza dentro do transformador, se acontecer de cair, e você não consiga recupera-lo, será preciso realizar a substituição do transformador e o mesmo devera ser encaminhado para o laboratório para que lá sejam tomadas as devidas providências.

Delta aberto: Quando é preciso fazer a ligação de uma carga trifásica, a melhor opção é abrir o Delta.

Assim, acrescentando um transformador. Este banco de transformadores irão fornecer a quarta fase e assim atender até 5 CV.

Delta Fechado: Este transformador é utilizado para alimentar motores trifásicos entra 5 CV e 20 CV ou então uma carga de até 69 KW, assim devera ser instalado mais um transformador, se tornando assim um banco de transformadores Delta Fechado. A tensão de rede secundaria deverá ser a mesma e do mesmo modo os cuidados.

Sistema Estrela: este transformador trifásico é alimentado pelo primário das concessionarias, assim ele possui três buchas primarias, H1, H2 e H3, sendo que cada uma delas são alimentadas por diferentes fases.

A tensão de saída é balanceada, não comprometendo o SEP. Todas as fases secundarias podem ser utilizadas para a alimentação das cargas mono, bi e até as trifásicas, sem que comprometa a vida útil do equipamento.

Saiba mais sobre os transformadores clicando aqui.

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Quais são os risco eletrico – veja como preveni-los

Quais são os risco eletrico – veja como preveni-los

Diretamente estamos vindo por meios de artigos lhe informar do risco eletrico e prejuízos que os surtos elétricos nos traz, principalmente proveniente dos raios. Mas mesmo com todos os benefícios que a elétrica nos traz, pode até si dizer que ela pode define nosso estilo de vida na sociedade nos dias de hoje, ela também pode ser muito perigosa e por isso trazemos para vocês algumas dicas de prevenção contra os acidentes domésticos envolvendo os risco eletrico e os aparelhos elétricos.
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A Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade (ABRACOPEL) fez uma pesquisa onde revelou que 86% das pessoas entrevistadas já tomaram algum tipo de choque, sendo que, o maior deles foi a eletrodomésticos 24%, os chuveiros elétricos vem em segundo lugar com 22% e os outros 20% tomaram choques em tomadas e em trocas de lâmpadas. Nesta mesma pesquisa também apontou que mais da maioria dessas pessoas entrevistadas não desliga a chave geral de energia antes de realizar algumas tarefas que envolvem os aparelhos elétricos. Alguns desses casos o problemas deles foi à falta de informação e de atenção ao realizar algum tipo de manutenção nas tomadas os aparelhos eletrônicos.

1° Dica:

Quando você for trocar uma lâmpada, fizer a instalação ou der algum tipo de manutenção em chuveiros ou qualquer outro tipo de aparelho que esteja ligado diretamente à uma rede elétrica, é preciso que você desligue a chave geral da energia na caixa de distribuição.

2° Dica:

A utilização dos “T” ou também conhecido como Benjamim, eles são muito perigosos. A utilização desses T’s pode causar sobrecarga elétrica, e assim dependendo de sua intensidade pode até causar alguns acidentes graves, isso por causa do superaquecimento de componentes que culminam em circuitos-elétricos e podendo até causar incêndios. Caso você necessite de utilizar vários aparelhos o recomendado seria você utilizar as extensões, que podem ter de 3 tomadas em diante, com elas diminui o risco de uma sobrecarga.

3° Dica:

Caso você tenha crianças pequenas em casa, nos sabemos que elas  tudo que vê que coloca a mão, etc. e uma tomada elétrica pode ser muito perigosa para uma criança, pensando nela, existem tampas de plástico que tem a finalidade de evitar que seus pequenos introduza seus próprios dedos ou algum utensilio condutor de eletricidade nas tomadas.

Outro perigo para as crianças e até para os adultos, são os fios soltos ou até mesmo desencapados, isto é, os fios sem uma devida proteção podem causar muitos problemas para vocês.

4° Dica:

Interruptor Diferencial Residual (IDR) segue a norma NBR5410, não existem choques elétricos. Com esta finalidade, é indispensável utilizar um interruptor diferencial residencial, que é capaz de detectar fugas de correntes, bom, vamos explicar de outro jeito, é a diferença da corrente que sai e a corrente que entra no dispositivo. Esta tal diferença significa que uma parte da corrente que deveria estar circulando pelo circuito foi desviada de sua real trajetória, deste modo, volta ao dispositivo com assa tal parte desviada falando. Isto ocorre devido a um choque elétrico ou falhas de isolação.

Para que você tenha uma instalação ideal, você necessitaria de além do DTM, você possua um IDR para cada circuito elétrico do quadro de força. Mas, estes dispositivos possuem um alto valor e utilizar alguns deles ira encarecer e muito seu projeto. Então uma solução que também esta na norma é a utilização de um único IDR na proteção geral, que além de deixar a instalação mais barata, conta com a inconveniência de desarmar todas as instalações no caso da detecção de uma falta.

Saiba mais sobre como prevenir os risco eletrico clicando aqui.