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Lâmpada fluorescente – dicas, economia, durabilidade, passo a passo

Nos dias de hoje já se conta com o incentivo do governo, de órgãos ambientais e de fabricantes para fazer a substituição do uso de lâmpada incandescente por lâmpada fluorescente compactas.

Esse tipo de situação teve o seu início na crise energética de 2001 (divulgado na imprensa como o Escândalo do Apagão) com uma finalidade mais econômica, e hoje toma um apelo ambiental, já que as grandes vantagens na substituição das lâmpadas são o menor consumo de energia e a maior durabilidade das lâmpadas fluorescentes frente às incandescentes.

Economia x durabilidade

Ao mesmo tempo em que as lâmpadas fluorescentes são mais econômicas em relação ao consumo de energia e durabilidade, por outro são pouco atrativas quando se fala de custo (preço de venda). Uma lâmpada fluorescente compacta custa em média 8X mais que uma lâmpada incandescente equivalente.

Mediante a essa comparação é obvio que você pode estar se perguntando: Mas se a fluorescente consome menos e dura mais, então compensa a troca! E é aí que chamo a atenção de vocês. E é nesse momento que é importante ficar atento para certos detalhes.

Fique de olho nas informações!

A fim de conseguir gerar o mesmo fluxo luminoso, uma lâmpada fluorescente consome menos energia que uma lâmpada incandescente de modo que Isso se deve ao princípio de funcionamento de cada lâmpada. Dessa forma, a partir do momento em que a incandescente gera luz a partir do aquecimento de um filamento de condutor que normalmente é tungstênio, a fluorescente depende de um circuito eletrônico. Essa eletrônica é mais exigida no momento do acendimento da lâmpada.

Portanto, uma lâmpada fluorescente não dura muito tempo quando está num ambiente onde o acende e apaga é muito frequente. Com a durabilidade comprometida, seu uso pode representar prejuízo. ( Leia mais aqui)

Lâmpada fluorescente - dicas, economia, durabilidade, passo a passo
Lâmpada fluorescente – dicas, economia, durabilidade, passo a passo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Você pode fazer a pesquisa em muitos sites de fabricantes como a Osran , GE , Philips , Taschibra e FLC e como era de se esperar, a maior preocupação desses fabricantes era mostrar a variedade de produtos a disposição do consumidor. Somente o fabricante FLC trazia a informação sobre as condições de durabilidade da lâmpada diretamente na descrição do produto: “3 anos de duração usando 2,7 horas diárias, 1 acendimento por dia e 1.000 horas por ano”. A Osran possui uma página de “dúvidas frequentes” que traz a informação.

Sendo assim, a dica mais valiosa nesse caso é que você faça o uso de lâmpadas fluorescentes em ambientes onde o acendimento da lâmpada não seja frequente, e ela fique acesa por longos períodos de tempo (cozinhas, salas, quantos…). Em locais onde o acende e apaga é frequente e a lâmpada fica acesa por períodos curtos como nos banheiros, por exemplo, as lâmpadas fluorescente terão sua durabilidade comprometida, portanto continue com as lâmpadas incandescentes.

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Como saber se um reator de lâmpada fluorescente queimou – dicas, passo a passo

Você não sabe se o reator de lâmpada fluorescente queimou, e precisa de uma explicação bacana para tirar essa dúvida? Então fique ligado, pois hoje, responderemos mais uma dúvida de um leitor com a forma certa de saber se um reator de lâmpada fluorescente queimou. Confira a seguir:

Dicas – Tipos de lâmpadas x custo benefícios, Porque levo choque quando vou trocar lâmpada? e Qual lâmpada escolher para economizar?

COMO FAZER O TESTE SE O REATOR DE LÂMPADA FLUORESCENTE QUEIMOU

A lâmpada fluorescente possui dois filamentos, um em cada lado.

Para testar eles, podemos medir a continuidade desses filamentos através do multímetro para resistências (em escala ôhmica), sem a energia ligada, com a lâmpada fora dos soquetes.

Com a calha para a lâmpada fluorescente nas posições certas das pontas das provas do multímetro, você deverá alimentá-la com a tensão da sua casa (110 128 ou 220 volts).

Depois desse ponto, você deverá utilizar o multímetro na escala de tensão ACV (em volts) e realizar os testes com quatros pontos para o multímetro em escala de tensão VCA-voltagem.

Verifique a calha fluorescente e meça a tensão em sua entrada de alimentação, que deve seguir a tensão local, como falamos anteriormente.

 

ENTRADA DO REATOR

Para verificar a tensão na entrada do reator, é necessário identificar se ela está normal, que significa que a continuidade é boa e os fios não estão interrompidos. Já se não houver tensão, é sinal de que a lâmpada não acenderá, pois o reator nesse caso não estará aberto.

 

INTERRUPTOR

Para medir no interruptor, com ele na posição desligada e 2 fios conectados a fase e o retorno, a tensão terá que ser normal, com a lâmpada sem acender. Ao ligar o interruptor, a lâmpada acenderá, mas a tensão deverá ser 0.

Caso a tensão apresente 0, mas mesmo assim a lâmpada não acender, provavelmente deve ser um erro no receptáculo, ou no soquete ou na fiação.

 

STARTER

Para seguir medindo a corrente nos lados do starter, ao ligar o interruptor, com as pontas de prova conectadas, surgirá uma tensão até que a lâmpada seja acesa, e após acender, ela deve cair para um valor bem baixo.

Caso não ocorra nenhuma tensão no starter antes do momento em que a lâmpada acende, pode ser que um dos filamentos esteja partido.

Ao testar a lâmpada, verifique a continuidade fora do soquete, com a energia desligada, se o teste apresentar tensão, mas a lâmpada não acender e nem sequer piscar, há a possibilidade de o starter ter algum problema, e nesse caso, o indicado é substitui-lo.

 

RESISTÊNCIA

Para medir o enrolamento, de acordo com a continuidade, o reator deverá ficar desligado da rede, e caso a resistência seja baixa, será sinal de que o reator está bom, mas se ela for muito alta, ou até mesmo infinita (quando não marca nenhuma resistência), é sinal de que está aberto, ou seja, que no enrolamento, o fio interno encontra-se partido.

 

Gostou do nosso artigo de hoje  de como saber se um reator de lâmpada fluorescente queimou? Tem mais dúvidas como essa? Então não pense duas vezes, e faça a sua sugestão para os próximos artigos na caixa de comentários abaixo.